5 casos que nunca foram solucionados

Buscar respostas para todos os acontecimentos faz parte do instinto humano. Contudo, há casos que nunca foram solucionados, e estão bem longe disso.

Confira 5 casos estranhos que nunca foram solucionados:

1

Doença do meteoro

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Em 2007, o vilarejo de Carancas, localizado no Peru, próximo à fronteira com a Bolívia, foi atingido por um meteorito. O impacto fez com que se formasse uma cratera de 4,5 metros de profundidade e 13 metros de largura.

Inexplicavelmente, água fervendo começou a sair do buraco, que também liberava gases fétidos. Isso fez com que os residentes do vilarejo apresentassem doenças muito estranhas, com sintomas variados.

Não se sabe ao certo o que aconteceu, mas especula-se que os gases tenham sido resultado do enxofre presente nas rochas do meteoro em contato com o arsênico das águas subterrâneas.

O enxofre e o arsênico teriam se misturado às substâncias do meteorito, expelindo gases altamente tóxicos que intoxicaram os moradores.

2

Pés trazidos pelo mar

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Imagine estar em uma praia e encontrar pés humanos ainda calçados. Assustador, não é? Mas, na Colúmbia Britânica a oeste do Canadá, pelo menos 11 pés humanos foram encontrados na costa da cidade.

Os pés ainda calçados apareciam nas praias de uma região conhecida como Georgia Basin. O mais intrigante, é que a maioria dos pés eram esquerdos.

Não se sabe de quem eram os pés e o porquê de eles estarem chegando a essas praias.

3

Morte misteriosa de esquiadores

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Liderados por Igor Dyatlov, nove esquiadores russos partiram em uma expedição ao norte dos Montes Urais. Todos foram encontrados mortos em fevereiro de 1959.

As barracas em que os esquiadores estavam foi rasgada de fora para dentro. Mesmo com a forte nevasca, ficaram evidências de que alguns montanhistas tentaram fugir a pé.

Os esquiadores apresentavam o crânio fraturado e dois deles estavam com costelas partidas, o que leva a crer que o massacre foi causado por uma força não humana. Outro fato muito intrigante foi a presença de altos níveis de radioatividade nas roupas das vítimas.

Os assassinatos continuam sendo um mistério longe de ser solucionado.

4

Desaparecimento dos faroleiros de Eilean Mor

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Em 1900, os únicos habitantes da ilha de Eilean Mor, na Escócia, eram os trabalhadores responsáveis pela operação do farol.

No dia após o Natal, uma carga chegou a Ilha, mas ninguém foi busca-la, o que causou grande estranheza por parte dos tripulantes que soltaram sinalizadores para anunciar a chegada da embarcação. Após esse incidente, enviaram gente para a Ilha para investigar o que havia acontecido com os faroleiros.

Chegando no local encontraram a porta do farol trancada. O carregado encontrou o lugar deserto, com camas arrumadas e sinais de que alguém havia preparado uma refeição que estava intacta na mesa, como se o lugar fosse deixado às pressas. Ele notou também que dois dos três coletes salva-vidas não estavam lá.

Ao fazer uma investigação mais profunda, encontraram documentos na entrada do farol. Nesses escritos, Thomas Marshall, um dos faroleiros, registrou que no dia 12 de dezembro ventos extremamente fortes atingiam a Ilha, e que aquilo era pior do que tudo que ele já havia vivido.

Nos registros dos outros dias, Thomas escreveu que eles estavam no farol rezando para a ventania acabar. A última página dizia apenas “A tempestade acabou, mar calmo. Deus está em tudo”.

Os três faroleiros desapareceram misteriosamente, não se sabe se caíram no mar. Um fato muito bizarro é que um Farol próximo, na Ilha de Lewis, não reportou nenhuma tempestade ou ocorrência incomum nos dias que teriam sido de grande ventania.

Houve uma busca completa na ilha do farol, mas nem sinal dos três homens.

5

Unhas crescendo no lugar de pelos

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Em 2009, após uma crise de asma, Shanya Isom foi para o hospital. Após ser medicada, a moça, que é da cidade de Tennessee, em Memphis, foi liberada.

Pouco tempo depois, Shanyna começou a sofrer com coceiras por todo o corpo, o que os médicos trataram como infecção. O mais espantoso foi que começaram a nascer unhas no lugar onde deviam crescer pelos, como nos braços e pernas.

Essa condição nunca tinha sido vista antes e a conclusão que se chegou foi que a produção de células nos folículos capilares era 12 vezes maior que o normal.

Não se sabe o que desencadeou essa produção acelerada e nem como fazer para pará-la.

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